- 11 Março - GOVINT - Sessão de trabalho sobre Desemprego Jovem não qualificado

 

Workshop sobre Desemprego Jovem Não Qualificado

ICS-Ulisboa, 11 de Março, 9h30, sala polivalente.










O Fórum para a Governação Integrada, em parceria com o Observatório Permanente da Juventude do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, no âmbito do Grupo de Trabalho sobre Desemprego Jovem Não Qualificado, organiza um workshop com investigadores das áreas das ciências sociais para fazer o mapeamento da problemática do "desemprego jovem não qualificado" a partir de diferentes ângulos de abordagem.


PROGRAMA



09h30 – 11h30

Mapear a problemática do "desemprego jovem não qualificado"

Natália Alves (IE-Ulisboa), Bruno Dionísio (ESEP), Renato Carmo (CIES/ISCTE-IUL), Teresa Seabra (ISCTE-IUL), Lia Pappámikail (IPS), Vítor Sérgio Ferreira (ICS-ULisboa), Maria Manuela Mendes (CIES/ISCTE-IUL), Francisco Simões (CIS/ISCTE-IUL), Catarina Mendes Cruz (EAPN).

11h30 – Pausa

11h45 – 12h45

Síntese das conclusões sobre o problema "desemprego jovem não qualificado"

Maria Manuel Vieira (OPJ/ICS-ULisboa)

Jussara Rowland (OPJ/ICS-ULisboa





GRUPO DE TRABALHO SOBRE DESEMPREGO JOVEM NÃO QUALIFICADO

A União Europeia defronta-se atualmente com uma elevada taxa de desemprego entre jovens, situação que acarreta graves consequências sociais e económicas para os jovens afetados, as suas famílias, os seus países e a Europa no seu todo.

Portugal não é exceção e tem, atualmente, uma taxa de desemprego jovem superior à média comunitária.

Dentro do desemprego jovem, assume, naturalmente, maior relevância, o desemprego sem qualificações.

A Comissão Europeia, dando expressão à sua preocupação, decidiu, recentemente, que os Estados-Membros devem garantir aos jovens transições para a vida profissional, ao abrigo dos quais todos os jovens com menos de 25 anos (até aos 30 em Portugal) possibilitando que possam receber uma oferta de emprego, formação, aprendizagem ou estágio nos quatro meses que seguem o momento em que deixarem a educação formal ou ficarem desempregados.

Por outro lado, e mais no médio prazo, no âmbito da iniciativa Europa 2020, a criação de emprego foi já assumida como uma das prioridades da estratégia para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo, considerando-se que a nova agenda deveria permitir alcançar níveis elevados de emprego, de produtividade e de coesão social.

A CE propôs vários grandes objetivos a alcançar em 2020 por via daquela estratégia, sendo oportuno destacar quatro deles:

(i)75% da população de idade compreendida entre 20 e 64 anos deverá estar empregada;

(ii)3% do PIB da UE deve ser investido em Investigação e Desenvolvimento (I&D);

(iii)A taxa de abandono escolar precoce deve ser inferior a 10%;

(iv)Pelo menos 40% da geração mais jovem deve dispor de um diploma de ensino superior.

Os grandes objetivos a alcançar à escala da Europa e as iniciativas emblemáticas propostas pela CE vinculam simultaneamente a UE e os Estados-Membros, requerendo- se, nos vários patamares de intervenção e decisão, ao nível europeu e no seio de cada país, uma resposta coordenada e uma abordagem de parceria que garanta a participação de todos – autoridades, parceiros sociais, partes interessadas e sociedade civil – na concretização deste novo grande desígnio para a Europa e para cada um dos países que a integram.

Explorando pertinentemente a ideia de um "modelo de governação integrada", o GOVINT assenta nesta lógica e necessidade, por via de uma nova cultura organizacional, com novos métodos e novas competências.


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